15/03/2015

RUÍNAS DE UM CASTELO



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      Hugo Feijó Filho

Era um castelo imponente como alguém jamais viu
Parece que foi construído com areia e não resistiu
Sonhava com um amor como num conto de fadas
Cenário como em um filme de carruagens aladas
Tracei o meu futuro floreando sobre uma linha reta
Contando, em verso e prova, como um velho poeta
Num velho caderno, rabisco estrofes de uma poesia
Palavras distorcidas de uma vida repleta de fantasia
Um olhar distante no horizonte, perdido, sem brilho
Parecia mais um vagão destroçado e fora do trilho
Agora, amargo na alma uma oportunidade perdida
Pois não havia outra saída senão a triste despedida
Sigo cantando velhas canções que ouvia no rádio
Nunca esquecendo daquele velho ditado tão sábio
Mias vale um pássaro na mão do que dois voando
Só fico lamentando quando poderia estar amando



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Sonia Salim